Mais tarde ou mais cedo, a gravidade ganha sempre.
Até Já
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terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Páscoa


Esta foi a primeira celebração da Páscoa sem a MariaAna em vida. Uma das paixões dela era a fotografia e como tal, experimentei explorar um pouco mais da minha maquineta e dedicar meia hora à actividade, à sua imagem! Foi duro e dói. Dói todos os dias em que me lembro dela mas traz conforto pensar na alegria com que impregnava cada encontro. Trago-a bem presente comigo.Páscoa
São propostos 40 dias de preparação para a Páscoa: Quaresma. O mesmo número para o Natal: Advento. Conseguimos extrair daqui que não existiria uma celebração sem a outra, complementam-se! Mas porquê tanto tempo? Será que "tanto" tempo é suficiente?Não sei falar da Páscoa por si. Jesus morreu por cada um de nós e isso transcende! A cruzinha que trago (como tantas outras pessoas) ao peito é sinal deste momento histórico. Morreu por amor e ressuscitou há quase 2000 anos e ressuscitou agora, dentro de cada um. Não me sinto com legitimidade para falar da Páscoa nem esclarecido para isso. Apenas sei que é uma confusão de emoções e de apelos e que me sinto renascido por dentro, na escala possível.
Nunca celebrei esta festa sem ser na Quinta de Seiça. Todas as cerimónias, de 6ª feira santa à vigília no sábado, o Prior Zé Luis com a sua mão quente e generosa, as mesma senhoras de sempre e os primos sempre a troçarem da desafinação daquela igreja cheia a cantar: tudo isto me ajuda na derradeira preparação para a Páscoa e o acompanhar as gentes da terra na sua emoção é algo que me comove sistematicamente. Faz-me interiorizar a minha real dimensão e o respeito que nutro por todos ali é imenso. Mal sabem eles o quão marcantes para mim são. Para trás fica o processo que este ano passou por preparações e interiorizações de CIFA e de Crisma. Intenso e difícil mas com os olhos voltados para a frente, com vontade de construir algo melhor (pode soar foleiro mas passa por aí).
Nunca celebrei esta festa sem ser na Quinta de Seiça e isso traz-me uma grande consolação. Cresci a passar esta altura tão importante lá e o Domingo de Páscoa é a verdadeira comunhão. Família alargada toda reunida, contente. Contagiosamente contente por vivermos isto juntos. Talvez irritantemente contente até mas contente é bom! a Sala de Jantar grande bem posta como manda a lei, uns fartos pratos, repletos para encher a barriga, bom vinho e a barulheira das gargalhadas! Os que não adormecem sentados à mesa dignam-se a ir até a sala e tentar uma vã sesta mas a nova geração não o permite! A ansiedade pelos Ovos no jardim apodera-se mesmo dos mais velhos e antes do arranque as fotografias na escadaria de entrada! Família, como a Páscoa ensinou, na Primavera, como a Páscoa ensinou, quando tudo rebenta com uma nova vida, recarregar energias para o que aí vem, como a Páscoa ensinou.
Nunca celebrei esta festa sem ser na Quinta de Seiça. Espero nunca não o fazer!

tj
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espiritualidade,
família,
fotografia,
motivações
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Primavera

Estava a voltar para casa a ouvir a rádio comercial (com a sua típica música que faz juz ao nome) e já de t-shirt. Estava um daqueles pseudo-calores (que não passam de menos frio) e o sol reluzia, muito timidamentepor entre o seu encoberto, mas reluzia! De auricular ligado, em conversas cheguei a casa quando reparo que a a Berta (alcunha desta árvore da qual não sei, escandalosamente, o nome) já estava em flor! Costuma antecipar-se e é sempre presságio da primavera!
O dia de hoje deu um cheirinho do Verão
tj
O dia de hoje deu um cheirinho do Verão
tj
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
WPP
O júri (do World Press Photo) analisou mais de 100 mil imagens, captadas por quase seis mil profissionais de 128 países. A foto vencedora é de Pietro Masturzo e foi tirada depois das eleições no Irão.tjsegunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Seiça

A confusão em ver o rancho, o palheiro, o curral, o alpendre assim, abandonados como se não tivessem tido história, é grande. Perdidos no tempo sem glória, guardam em si a memória de outros séculos, cheios de vida e trabalho. Já de mim, muitas das tardes de gozo se passaram na sua companhia. Fieis amigos, sozinho ou acompanhado, brancos ou não, também no campo, naquele campo fabriquei parte de mim.tj
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Cascais
Casa das Histórias de Souto-Moura, ao pé do hipódromo. Mais subtil que parece nesta fotografia, integra-se na vila não só pela cor, pelo jardim, pelos afastamentos mas também pelo polémico desenho arquitectónico. As duas torres fazem-me voar para grandes chaminés ou torres, igrejas ou palácios ou museus da Paula Rêgo.
Farol de Santa Marta, requalificado pelos irmãos Aires Mateus. Não sou grande fã mas neste caso acho que foi bem conseguido. Mantém a escala e a linguagem de Cascais e do Mar. Propõe uma viagem ao mundo dos faróis. Acontecem apontamentos estranhos mas vale a pena conhecer.
tj
Maldita paixão
É a raiva e a fobia a lutar contra a paixão. Desalento e desmotivação tomam conta e pouco há a fazer. Continuar a remar para cima, contra a corrente, como sempre, num gesto de vida, cansada. A obrigação passa por pescar a energia: o país oferece, num gesto de bondade gratuita, no seu espírito materno continuo. Maldita paixão por Portugal.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Lisboa II
Ontem, em vez de ficar em casa a olhar para ante-ontem, meti-me no comboio e fui para Lisboa passear. Carreguei-me de ipod, livro, moleskine, máquina fotográfica, calçado confortável, uma boa camisola e lá fui eu, com espírito turista descobrir e gravar os encantos de sempre, já meus velhos conhecidos. É fácil perceber porque é que os estrangeiros se encantam com a nossa capital.
Depois de +/-4 horas a vaguear sem destino, passando pelo Sodré, Alecrim, Combro, Garrett, Baixa, Comércio, Liberdade, acabei na Trindade em boa companhia para umas Imperiais à moda antiga. Intelectualices acabaram por me levar ao estádio da luz para um encontro com demais amigos e mais Imperiais, estas à moda nova.
tj
tj
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