Não percebo para que servem alguns sindicatos hoje em dia...
Para dificultar tudo?
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Greve?
"Greve que pode custar 500 Milhões de euros" na SicN. São menos 500 Milhoes de euros que nos entram no bolso. Boa.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Greve
Dia 24 de Novembro, vamos à greve! Vamos juntar-nos todos bem juntinhos e não ir trabalhar e incomodar quem quer trabalhar! Vamos todos juntos desfilar contra tudo e contra todos e desfilar contra quem não quer desfilar e desfilar contra quem quer trabalhar e contra quem quer desfilar também, porque não?! Vamos não trabalhar para piorar ainda mais aquilo que queremos todos que melhore. Não é isto um raciocínio certo do principio ao fim?
Este é um dos vários vídeos que o B.E. lançou a apelar à greve. Reparem como a vontade de ser do contra é tão grande que até o próprio deputado se baralha.
"O dia 24 de Novembro é o dia da greve geral (para mim é o dia de aulas teóricas) ; é o dia da indignação perante medidas que aumentam as desigualdades de um país (até aqui tudo bem mas a partir daqui...); é o ataque aos salários, às pensões; é o ataque ao poder de compra; é o ataque aos portugueses e às portuguesas (qual é a cena destes tipos que dizem sempre "portugueses e portuguesas?! ao menos dissessem primeiro as senhoras! mas eles depois são todos pró igualdade de género... não os percebo) que vivem do seu salário do seu trabalho (boa, vamos atacar quem quer trabalhar também!!) e perante todos estes ataques, perante este aumentar das desigualdades (Continuemos a repetir ideias numa mesma frase! Este já estava chumbado a Português!) e o hipotecar o futuro do país devemos dizer basta. Juntamos todos na greve geral do dia 24 de Novembro"
Se acham que a minha pontuação é errada basta ouvir o filme e perceber que a entoação que o deputado Pedro Filipe Soares (sim, ele é deputado do B.E. e está de blazer) lhe dá aponta para esta interpretação! Vamos então à greve para lutar contra os salários!! Vamos à greve para lutar contra os empregos!
(imagem do 31 da armada)
Se não temos cuidado, se não começarmos a trabalhar com afinco em vez de refilar um dia estamos assim!
ate já!
Este é um dos vários vídeos que o B.E. lançou a apelar à greve. Reparem como a vontade de ser do contra é tão grande que até o próprio deputado se baralha.
"O dia 24 de Novembro é o dia da greve geral (para mim é o dia de aulas teóricas) ; é o dia da indignação perante medidas que aumentam as desigualdades de um país (até aqui tudo bem mas a partir daqui...); é o ataque aos salários, às pensões; é o ataque ao poder de compra; é o ataque aos portugueses e às portuguesas (qual é a cena destes tipos que dizem sempre "portugueses e portuguesas?! ao menos dissessem primeiro as senhoras! mas eles depois são todos pró igualdade de género... não os percebo) que vivem do seu salário do seu trabalho (boa, vamos atacar quem quer trabalhar também!!) e perante todos estes ataques, perante este aumentar das desigualdades (Continuemos a repetir ideias numa mesma frase! Este já estava chumbado a Português!) e o hipotecar o futuro do país devemos dizer basta. Juntamos todos na greve geral do dia 24 de Novembro"
Se acham que a minha pontuação é errada basta ouvir o filme e perceber que a entoação que o deputado Pedro Filipe Soares (sim, ele é deputado do B.E. e está de blazer) lhe dá aponta para esta interpretação! Vamos então à greve para lutar contra os salários!! Vamos à greve para lutar contra os empregos!
(imagem do 31 da armada)Se não temos cuidado, se não começarmos a trabalhar com afinco em vez de refilar um dia estamos assim!
ate já!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Se me ouvisses
(imagem daqui)Parece que o Governo não conseguiu comprar o cidadão, este queria mais uns dias para ir gozar o sol, à beira do Verão, e não ouvir mais barulhos que o descentrassem do Papa e do Benfica. E como tal, vamos embora, dia 8 de Julho mais um diazinho de manifestação. 5ª feira, que com sorte dá para ir mais cedo de fim-de-semana (os feriados e as tolerâncias de ponto não foram suficientes). Calçado condizente (agarro no raio da vuvuzela que vai sobrando do mundial) e vou lutar lutar (contra o senso comum, conhecimento empírico, bom senso, quase).
Desta vez a luta é contra... o mesmo que foi há uns dias. Da próxima será... contra o mesmo, contra tudo e todos e contra qualquer atitude que se tome, boa ou má e a um ritmo alucinante. Já se prometeu uma paralização para daqui a outros tantos dias. Algum dia vai parar? Talvez quando o país for à falência e talvez quando o mundo acabar. Mas então surgirá uma mobilização a contestar que o problema do mundo ter acabado foram as políticas que pouco favoreciam os pobres, para não falar dos ricos nem dos muito ricos, atenção, só para contestar e para recarregar energia. E depois ouvir-se-a o que os catastrofistas e destruidores de seriedade política mais gostam de dizer "Se nos tivessem ouvido...".
Se se desse ouvidos todo este cenário passaria de hipótese para certeza só que então não haveria a derradeira manifestação. o que aconteceria então? a culpa seria do fado, certamente...
Vou-me manifestar contra a manifestação e lutar contra a descriminação da descriminação. Estão a ver o que me fazem?!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Henrique Raposo
I. O sindicalismo português - provavelmente o mais retrógrado da Europa - é uma máquina de criar ficções. Os nossos sindicalistas conseguem viver no reino fantasioso dos "direitos adquiridos", sem prestar a mínimo atenção à realidade internacional e à realidade de Portugal. Os factos continuam reaccionários para este gente que não quer sair de 1976.
II. Quando se ouve as declarações dos sindicatos, seja dos pilotos da TAP, seja da função pública em geral, a primeira reacção é esta: "mas onde é que esta gente pensa que vive? Na lua?". Fazem declarações e exigências como se não estivessem aqui e agora, no Portugal de 2010. Vivem na terra mágica dos "direitos adquiridos", esse lugar mágico que está acima do bem e do mal.
III. Continuar a ler aqui
II. Quando se ouve as declarações dos sindicatos, seja dos pilotos da TAP, seja da função pública em geral, a primeira reacção é esta: "mas onde é que esta gente pensa que vive? Na lua?". Fazem declarações e exigências como se não estivessem aqui e agora, no Portugal de 2010. Vivem na terra mágica dos "direitos adquiridos", esse lugar mágico que está acima do bem e do mal.
III. Continuar a ler aqui
sexta-feira, 12 de março de 2010
Continua a Greve
Os pilotos da TAP vão mesmo entrar em greve. Esta brincadeira vai custar à empresa cerca de 30 milhões de euros (cálculo que sejam € que não entram e não € que saem). Que utilidade é que estes 30 milhões poderiam ter? Podiam-se destinar a salários, p. ex. Quem vai tapar este buraco? o contribuinte...
tj
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