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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Mozart

Assim é difícil acordar mal disposto!



Mozart - Sanctus
Digno, no mínimo!

até já

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Gounod

Assim é difícil não acordar bem disposto!



Até Já

segunda-feira, 28 de março de 2011

MAGIS

Para preparar as Jornadas Mundiais!
http://www.magis2011.pt/

terça-feira, 22 de março de 2011

O Jogo



Já estamos bem dentro da Quaresma:
O jogo de Jesus é dar a vida.

Republico um excerto de uma conferência sobre "A Vida" pelo Pe. Carlos Carneiro. Bem ao seu estilo.
Até Já

terça-feira, 14 de setembro de 2010

After Ben

Depois da visita de Bento XVI algo mudou. Não continua tudo na mesma e como tal, a Companhia de Jesus (através de Perru, Gonçalo CF, Carlos Carneiro e José Silva) propõe o AFTER BEN! De 1 a 3 de Outubro, em Cerenache (Coimbra), um fim-de-semana para quem quiser (sim, para quem quiser) para aprofundar, cultivar, rezar ou conviver num ambiente saudável. Mesas redondas, discussões, orações, etc. Vale a pena investir este fim-de-semana num programa diferente e estimulante! Viver este tempo AFTER BEN
Até Lá!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ainda peregrinação

Já saiu a reportagem sobre a peregrinação, de autoria do João Delicado.

Para quem tiver disponibilidade para ver, vale a pena. São 10 minutinhos bem passados! Talvez seja este o último post sobre a peregrinação mas se calhar não. Estou a peregrinar por aí a fora!!
até já

domingo, 23 de maio de 2010

Foi hoje

Foi hoje. Ou foi há 1 mês?
Finalmente, como ja tinha dito, depois de 3 meses de preparação hoje crismei-me. Já sou adulto, responsável, maior na idade e na fé. Mas não sinto diferença comparando com ontem, não sinto a responsabilidade acrescida nem me sinto com mais força para algo em especial. Hoje foi o protocolo que assenta no conteúdo já assumido há muito, hoje foi o símbolo daquilo que eu quero que rija a minha vida e como qualquer símbolo, o que é valioso é a direcção para que aponta. O seu significado não se esgota no momento, antes reside no tempo. Por isto, hoje não foi um dia de ansiedade, de saudável nervosismo. Tudo isso deu ligar à calma e à serenidade com que me vinha preparando ao longo destes 3 meses, ao longo destes anos. Hoje foi, só, natural.

Até daqui em diante

sábado, 22 de maio de 2010

Crisma

Pois bem, dia 26 de Fevereiro começou a preparação do meu crisma! Foram 3 meses intensivos e, em determinadas alturas, duros... Não ir a programas, não ir a concertos, não estar presente em jantaradas ou convivios. Na altura tudo custa mas na realidade, agora que estou a 1 dia da minha confirmação, vejo que valeu a pena (é um bocado como ir correr para o paredão, custa horrores mas no fim sabe bem). Pois bem, da próxima vez que escrever já serei crismado. not bad!!
até jaaa

João Delicado, sj

Bom dia Meu Filho, Minha Filha!


Não me interessa tanto o que dizes de Mim, a maneira como falas de Mim aos outros. Interessa-me mais aquilo que a tua atitude e as tuas acções dizem de mim. A boca muitas vezes fala do que não sabe; e os gestos falam bem mais que as palavras.

A verdade é que o mundo não precisa de crentes. O mundo não precisa de cristãos nem de católicos bem comportados. O mundo não precisa de gente que saiba muita coisa sobre Deus ou que fale bem.

O mundo precisa, sim, de testemunhas. O que será decisivo para estes tempos é se haverá ou não homens e mulheres com experiência íntima de Deus. O que irá revolucionar verdadeiramente o mundo são os homens e mulheres cheios do Espírito Santo.


Um abraço deste Pai que te ama


Este e muitos outros aqui

até ja

terça-feira, 11 de maio de 2010

Papa em Portugal

É uma alegria contar com a presença do Papa em Portugal. É dignificante o líder da maior instituição de sempre estar a pisar esta pequenina terra e a dar-lhe grande valor. Já falou do centenário da república e da dimensão cristã de todos os que cá andam. Apanhou-nos bem... O sucessor de Pedro (o de há +/- 2000 anos) quando fala, com a sabedoria que lhe compete, trás consigo um tom de humildade e de reconhecimento: não deixa de ser notável a noção humana que possui e a vontade/necessidade de oração que vive. A nossa postura pode ser semelhante à do Papa.

“A relação com Deus é constitutiva do ser humano: foi criado e ordenado para Deus, procura a verdade na sua estrutura cognitiva, tende ao bem na esfera volitiva, é atraído pela beleza na dimensão estética. A consciência é cristã na medida em que se abre à plenitude da vida e da sabedoria, que temos em Jesus Cristo. A visita, que agora início sob o signo da esperança, pretende ser uma proposta de sabedoria e de missão”.

Até Já

Reflexões díspares #5

# 5 - "Jesus e eu temos um acordo: eu não faço milagres, Ele não faz arquitectura!"

Fátima e Futebol

"(...)
Quando (se) o Benfica for campeão meia Lisboa (senão o país) vai parar. São 5 anos de seca, depois de um campeonato longo, onde jogámos nas horas e fomos os melhores. A malta vai querer festejar. Já se reservaram rotundas e praças. Esta brincadeira vai custar ao erário público. Protecção no estádio e arredores, protecção no Marquês de Pombal e arredores, limpeza das latas de cerveja que vão andar por aí perdidas, ruas fechadas, alterações nos transportes públicos. O Estado, se não for parvo, reconhece a especificdade do momento, e actua em consentimento. É normal que se feche a rotunda do Marquês, e é normal que se condicione o trânsito à volta do estádio da luz, e é normal que se passe pelos Passos do Concelho.
Agora releiam isto, substituindo as palavras Benfica por Igreja, Estádio por Terreiro do Paço, cervejas por velinhas (se bem que, uma cerveja com o Papa, alemão, não estaria mal...), etc. Seria muito parvo o Estado não reconhecer cada um destes movimentos socias.
Depois disto é uma questão de graduação. No meu ponto de vista, a tolerância de ponto é excessiva, e acho que as pessoas se deveriam responsabilizar pelas suas escolhas (já tinha explicado este ponto de vista antes, numa posta qualquer por aí perdida). Fechar o trânsito no Terreiro do Paço já me parece um mínimo. E se o Benfica é recebido com honras na Câmara Municipal, porque é que o Papa não poderá também ter honras no país?
O que me chateia neste assunto, acima de todas as outras coisas, é contra-reacções de muitas pessoas protectoras da actividade "visita do Papa". Tão facilmente caímos na argumentação infrutífera. Dizem os nossos bons ensinamentos: se não dá fruto, passa à próxima. Há muitos mais sítios onde podemos, e devemos, estar concentrados. O mundo sofre em muitos mais lugares."

Bar da Tenda

Pavarotti

Assim é difícil não acordar bem disposto!



Tenho pena de nunca o ter ouvido ao vivo e já que estamos em época de Papa em Portugal fica o apontamento: Avé Maria de Shubert, top (fica melhor com o volume baixinho)
tj

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Tolerância de Ponto

Em Portugal, ou se é cristão católico ou se é ateu. As outras religiões têm pouca expressão e também daqui parte a minha pseudo-mini-observação. Estive quase a não escrever sobre o assunto mas acabei por não me conter.
É preciso ter cuidado quando alguém que faz parte da Igreja (sim, eu faço parte e não sou padre) escreve sobre a mesma. Tem que se ser cauteloso uma vez que existem línguas afiadas na procura de uma eventualidade ou de uma incongruência e a qualquer momento saem para cortar a torto (não vou falar da pedofilia: o tema entristece-me pela maneira que é tratado e acredito que concordam comigo, independentemente de crenças). Existe uma social-aceitação em relação à crítica meramente destrutiva e ao escárnio para a qual não encontro razão. Se a crítica partisse de mim aos ateus, seria automaticamente rotulado de submisso e de pessoa sem senso pois estaria a por em causa o dito bem maior: a liberdade humana e a sua independência(e aqui muitas vezes se confunde liberdade com "fazer o que me dá na pinha"). Não profiro nenhuma observação desse género porque procuro respeitar os costumes alheios (apesar de saber que às vezes me perco). De parte a parte, é de mais pedir um exigente respeito?
Quando o Governo oferece tolerância de ponto para a visita do Santo Padre (Santo significa que procura o caminho de santidade, não significa que ele seja "Santo") parte do mundo se revolta. Pode-se concordar ou não (eu próprio não tenho opinião formada ainda) mas o tom da crítica é sempre ofensivo e desnecessário. Aclama-se um Estado Laico mas isso mataria as férias de Natal, Carnaval, Páscoa, 15 de Agosto, feriados regionais (Sto. António, S. João, etc), etc. O que aconteceria se esses feriados fossem riscados? De qualquer maneira, não é pelos feriados que eu fico aborrecido, é antes pela falta de coerência que existe e pela falta de respeito que se tem, por vezes, pela religiosidade dos outros, por parte dos que são os primeiros a aclamar a Liberdade.
Sei bem que, muitas vezes, o calor com que se defende a causa não ajuda a própria (e isto funciona para ambos os lados) mas pedir um exigente respeito não é de mais.

tj

"Eu Acredito"

Fica aqui o desafio! 11, 12 e 13 de Maio acompanhar o Papa na sua visita a Portugal, por ocasião da celebração dos 10 anos da beatificação dos pastorinhos Francisco e Jacinta. Um programa elaborado por Schoenstatt, pela Companhia de Jesus, pelas Equipas de Jovens, e pela Pastoral Universitária, por leigos e por padres.



A Igreja não é uma coisa velha e triste... Porque não arriscar? Sem medos!!
http://www.eu-acredito.net/
tj

segunda-feira, 12 de abril de 2010

César das Neves

Um dos fenómenos mais espantosos da história da humanidade é o ataque à Igreja. Esse processo, tão aceso estes dias, é sempre muito curioso.
Primeiro pela duração e persistência. Há 2000 anos que os discípulos de Cristo são perseguidos, como o próprio Jesus profetizou. E cada ataque, uma vez começado, permanece. A Igreja é a única instituição a que se assacam responsabilidades pelo acontecido há 100, 500 ou 1500 anos. Os cristãos actuais são criticados pela Inquisição do século XVII, missionação ultramarina desde o século XV, cruzadas dos séculos XI-XIII, até pela política do século V (no recente filme Ágora, de Alejandro Amenábar, 2009).
Depois, como notou G. K. Chesterton em 1908, o cristianismo foi atacado "por todos os lados e com todos os argumentos , por mais que esses argumentos se opusessem entre si" (Orthodoxy, c. VI). Vemos criticar a Igreja por ser tímida e sanguinária, pessimista e ingénua, laxista e fanática, ascética e luxuosa, contra o sexo e a favor da procriação, etc. Mas o mais espantoso é que os ataques conseguem convencer-nos daquilo que é o oposto da evidência mais esmagadora.
Os iluministas provaram-nos que a religião cristã é a principal inimiga da ciência; supersticiosa, obscurantista, persecutória do estudo e investigação rigorosos. A evidência histórica mostra o inverso. A dívida intelectual da humanidade à Igreja é enorme. Devemos a multidões de monges copistas a preservação da sabedoria clássica. Quase tudo o que sabemos da Antiguidade pagã veio dos mosteiros. Foi a Igreja que criou as primeiras universidades e o debate académico moderno. Eram cristãos devotos os grandes pioneiros da ciência, como Kepler, Pascal, Newton, Leibniz, Bayes, Euler, Cauchy, Mendel, Pasteur, etc. Até o caso de Galileu, sempre citado e distorcido, mostra o oposto do que dizem.
Depois, os jacobinos asseguraram-nos que a Igreja é culpada de terríveis perseguições religiosas, étnicas e sociais, destruição cultural de múltiplos povos, amiga de fogueiras e câmaras de tortura, chacinas, saques e genocídios. No entanto, a evidência de 2000 anos de história real de cristãos concretos é de caridade, mediação, pacifismo. Tudo o que o nosso tempo sabe de direitos humanos, diplomacia, cooperação e tolerância foi bebê-lo a autores cristãos.
A seguir, os marxistas vieram atacar a Igreja por ser contra os proletários e a favor dos ricos. Quando é evidente o cuidado permanente, multissecular e pluricultural dos cristãos pelos pobres e infelizes, e as maravilhas sociais da solidariedade católica no apoio aos desfavorecidos.
Vivemos hoje talvez o caso mais aberrante: a Igreja é condenada por... pedofilia. A queixa é de desregramento sexual, deboche, perversão. Mas a evidência histórica mostra que nenhuma outra entidade fez mais pelo equilíbrio da sexualidade e a moralização da vida pessoal da humanidade. Mais uma vez, o ataque nasce do oposto da verdade.
Serão as acusações contra a Igreja falsas? Elas partem sempre de um núcleo verdadeiro. Houve cristãos obscurantistas, persecutórios, cruéis, injustos, luxuosos, como hoje há padres pedófilos. Aliás, em 2000 anos de história, e agora com mais de mil milhões de fiéis, tem de haver de tudo. A distorção está na generalização ao todo de casos particulares aberrantes. Não sendo tão má quanto o mito, a Inquisição foi péssima. Mas a Inquisição não representa a Igreja e a própria Igreja da época a condenou. Os críticos nunca combatem os erros, sempre a instituição. Hoje não se ataca a pedofilia na Igreja, mas a Igreja pedófila.
A razão do paradoxo é clara. Cada época projecta na Igreja os seus próprios fantasmas. Ninguém atropelou mais o rigor científico que os iluministas. Ninguém foi mais sangrento que os jacobinos. Ninguém gerou maior pobreza que os marxistas. Ninguém tem mais desregramento sexual que o nosso tempo.
O ataque à Igreja é uma constante histórica. A História muda. A Igreja permanece. Porque ela é Cristo. Dela é a nona bem-aventurança: "Bem-aventurados sereis quando vos insultarem e perseguirem" (Mt 5, 11).

César das Neves, hoje no DN
Controverso mas interessante ler